PROGRAMA

21 JUL - 4 AGO

Janela

Open Call

21 JUL - 4 AGO

ZONA

Open Call

25 — 28 AGO

Mariana Simão

Residência
artística

25 — 28 AGO

Luís Plácido Costa

Residência
artística

25 — 28 AGO

Som e Espaço

Instalações
coletivas

25 AGO

João Valinho
+ Marta Viana

Performance

25 AGO

SCOLARI

Concerto

25 AGO

Luís Pestana

Concerto

26 AGO

Fashion Eternal

Concerto

26 AGO

coletivo vandalismo

Concerto

26 AGO

Medusa Unit

Concerto-instalação

26 AGO

Folclore Impressionista

Filme-concerto

27 AGO

Don Pie Pie

Concerto

27 AGO

Lantana

Concerto

27 AGO

Braima Galissá

Concerto

27 AGO

Boris Chimp 504

Performance AV

28 AGO

Marcelo dos Reis

Concerto

28 AGO

Afta 3000
+ Lyfe + Wugori

Concerto

28 AGO

Yakuza

Concerto

28 AGO

Luis Vicente Trio

Concerto

28 AGO

Serpente

Concerto

Plant Floor
Continuum

1 & 2 OUT

21h30

Teatro de Ribeiro Conceição
Concerto

Encontro de almas e diferentes disciplinas, surgido a partir de um convite do festival e desenvolvido num período de residência em Lamego. Esta peça junta os músicos de Sal Grosso Trio com os bailarinos da companhia de dança Busca Pólo e o artista multimédia Diogo Tudela em exploração de conceitos como a repetição, movimento e catarse. Mistério é a palavra de ordem.

João Valinho
+ Marta Viana

25 AGO

16h30

Castelo
Performance

É assente em binómios como acção - reação, ruído - silêncio, escuro-claro que Valinho e Viana trabalham a sua liberdade: artística, corporal, mental. De um lado a percussão extraordinária de Valinho, do outro a interpretação livre através do corpo de Marta Viana. Para ver em diferentes pontos do Castelo no dia 25 de agosto.

SCOLARI

25 AGO

17h30

Castelo
Concerto

Junção feérica de António M. Silva, Bruno Pereira e Luís Vicente, que anda à volta das ideias deixadas pelo jazz, noise e drone. Diálogo aberto, improvisado e marcadamente exploratório, assente em práticas comuns ao trio - ruído/silêncio, abstracto/concreto, melódico/dissonante, amargo/doce. Depois de um split na holandesa Faux Amis, preparam-se para lançar o disco de estreia, “Mata-Mata”, pela portuense Favela Discos. Uma chegada em fogo.

Luís Pestana

25 AGO

21h30

Castelo
Concerto

Feita de filigrana e veludo, a música de Luís Pestana passeia livremente por um imaginário secreto, assobiado de madrugada. Pestana gosta de acordar cedo e é com as profundezas da sua cama que sonha todo o dia. Assim é a sua música – a electrónica rural dos seus sonhos, algures entre a realidade e a nuvem. O seu primeiro álbum chama-se Rosa Pano (Orange Milk Records) e bebe água em todas as fontes. Um mimo para nos deixar a flutuar.

Fashion Eternal

26 AGO

16h30

Castelo
Concerto

Algures entre Charli XCX e Merzbow, um meio caminho entre Britney Spears e Black Cilice. Fashion Eternal são Aires e João Valinho em criação de um universo hiperreal exploratório e experimental através da saturação de material sónico que percorre virtualmente todos os meios de consumo musical. Concebendo as práticas de improvisação livre e do noise como ferramentas de desalienação e de ruptura sociopolíticas que podem ajudar na condução a uma sociedade abrangente, não segmentada e, essencialmente, anti-discriminatória. Vamos a isto?

coletivo vandalismo

26 AGO

17h30

Castelo
Concerto

coletivo vandalismo é um projeto que surge das primeiras experiências colectivas de improvisação entre Pedro Abrantes e Valdemar Pereira. Tudo começou com o desejo de libertar a inquietação da mente e do corpo, em matéria sónica, onde múltiplas dicotomias são convidadas e capturadas. Estas ganham forma e metamorfoseiam-se através da exploração de máquinas, voz e instrumentos. Por um vasto meio de abordagens, uma miríade de paisagens são formadas, onde estruturas rítmicas, aglutinação emocional e física, fala e vocalização automática estão presentes para criar um organismo em constante evolução. Escrevam isto: vai ser especial.

Medusa Unit

26 AGO

21h00

Teatro Ribeiro Conceição
Concerto-instalação

MEDUSA é um solo de Ricardo Jacinto para violoncelo, eletrónica e objetos ressonantes, que utiliza um sistema de amplificação com microfones distribuídos por diferentes pontos do violoncelo e um sistema de difusão com vários altifalantes de contacto acoplados a objetos ressonantes. Este dispositivo permite explorar a fragmentação e dispersão sónica dos gestos no corpo do instrumento, articulando a auscultação microscópica assim produzida com a paisagem sonora e a acústica do espaço circundante. Apresentamos agora uma nova versão no formato ensemble — MEDUSA Unit — que expande as ideias iniciais do projeto. Entre o concerto e a instalação, esta nova formação traz um grupo de músicos chamados a interpretar peças ancoradas em estratégias de interação com o espaço de apresentação. Com Álvaro Rosso (contrabaixo), Eleonor Picas (harpa), João Almeida (trompete), Nuno Morão (percussão), Ricardo Jacinto (violoncelo e composição), Violeta Azevedo (flauta) e Yaw Tembe (trompete).

Folclore Impressionista

26 AGO

22h00

Teatro Ribeiro Conceição
Filme-concerto

Numa encomenda/desafio feita pelo ZigurFest, Folclore Impressionista vai apresentar CHANGES, um filme experimental sonoro que consiste numa viagem prismática através do espaço ontológico que resulta do entrelaçamento da paisagem com os portais da história, onde desvios da imagem e da memória são convocados para o presente através de técnicas de refração e compressão, numa linguagem críptica e animista.


Partindo inicialmente de uma abordagem psicogeográfica - sugestionada pelas observações locais de Rui Fernandes em “Descrição do terreno ao redor de Lamego duas léguas”, uma publicação do séc. XVI - uma passagem posterior pelo Museu de Lamego abriria caminho à expansão dessa perspectiva mais local e particular para um sentido mais universal - principalmente através das suas pinturas (cuja iconografia, na sua maior parte, resulta de encomendas e está em correlação com o que a Europa esteticamente demandava na altura nos círculos mais elevados) que funcionaram como portais de acesso a mundos conjecturados, apresentando assim uma visão alternativa das forças intangíveis que produzem a magia e o folclore local.

Don Pie Pie

27 AGO

17h30

Castelo
Concerto

Deixe-se de lado esta tendência de categorizar e catalogar a música que ouvimos, e assuma-se que uma banda é sempre - sempre! - a súmula de todas pessoas que a fazem. É isso que acontece com os Don Pie Pie e isso nota-se: este trio de ataque que se uniu pelo amor ao rock (seja ele prog, math, yacht, soft ou hard) anda agora a explorar outras paragens, memórias e influências. Se o par de EPs de estreia os encontrou comprometidos com o rock mais aguerrido, o admirável “The Life of Pie” revela-os alinhados com novos quadrantes: ao lado da abrasão rock, sente-se agora o groove do hip-hop ou o flow do jazz, numa fusão cada vez mais feliz e aliciante.

Lantana

27 AGO

18h30

Castelo
Concerto

Felizes por podermos vê-las finalmente a florir no nosso Castelo, as Lantana juntam algumas das mais influentes e criativas improvisadoras do panorama português da última década: Maria do Mar no violino, Maria Radich na voz, Joana Guerra e Helena Espvall no violoncelo, Anna Piosik no trompete e Carla Santana na eletrónica. Delas esperamos música que é ao mesmo tempo orgânica, espontânea e telúrica, mas também selvagem, irreverente e exploradora. Sempre longe de estereótipos, coordenadas, ou géneros. Vai deixar raízes, certamente.

Braima Galissá

27 AGO

21h00

Teatro Ribeiro Conceição
Concerto

José Braima Galissá é professor, divulgador e mestre griot do Kora. Nascido na Guiné-Bissau em 1964, é descendente de uma família de griots que tocam kora há mais de 600 anos e tem carregado essa herança com coração e muita dedicação. Começou a aprender o Kora com o seu pai quando tinha apenas 5 anos de idade e desde então tem corrido mundo com as 22 cordas do kora. Em palco, partilha a beleza quase divina dos ritmos e das histórias que iluminam a cultura Mandinga. Para respirar fundo e levitar.

Boris Chimp 504

27 AGO

22h00

Teatro Ribeiro Conceição
Performance AV

Namoro antigo desta equipa que vos escreve e que se concretiza em todo o seu esplendor ao virar de uma década de festival. Com um currículo cimentado em passagens por festivais como Mutek, Sonar ou Stereolux, Boris Chimp 504 são o encontro entre Miguel Neto (som) e Rodrigo Carvalho (Visuais+Sistemas Interativos) que, desde 2010, criam narrativas onde trabalham a relação entre som e imagem. À música techno com toques de psicadelismo e ruído, juntam-se visuais áudio-reativos gerados em tempo real. A Lamego, vêm apresentar o deslumbrante “Vanishing Quasars”, uma viagem imersiva fortemente influenciada pela ficção científica, mas também pelas descobertas científicas mais recentes, fundindo realidade e ficção numa narrativa própria.

Marcelo dos Reis

28 AGO

18h00

Castelo
Concerto

Disse numa entrevista recente que se sentia “um improvisador altruísta” e nós arriscamos acrescentar também generoso. É assim que sentimos a sua música e é assim que sentimos “Glaciar”, o seu primeiro disco a solo e que motiva a ansiada estreia do guitarrista cá no burgo. Música generosa porque sincera e genuína, este vai ser para levitar e comungar com o espaço que nos rodeia.

Afta 3000
+ Lyfe + Wugori

28 AGO

19h00

Alameda
Concerto

Retrato em tempo real do que se está a fazer nos mais variados meandros do hip-hop nacional, este trio que se junta pela primeira vez - e a convite do ZigurFest - chega com vontade de mostrar trabalho. Os seus caminhos falam por si e justificam a carta branca para fazerem deste palco o que bem entenderem. Wugori, produtor e versejador que nos conquistou uma e outra vez com “Ciclo de Duas Cobras” e “Mal Passado Bem Passado”; Afta3000 (de seu nome André Santos), exímio e hiponitzante baixista que ainda em 2019 nos deu uma lição de groove, e o mui nosso Lyfe (aka Pedro Eira) que faz do lo-fi um modo de vida (quem é que ainda não derreteu a ouvir SMOOTH THOUGHTS?) e que regressa finalmente aos palcos. Mal podemos esperar.

Yakuza

28 AGO

21h00

Alameda
Concerto

YAKUZA é o nome que alberga uma quantidade de referências estilísticas, mas também aquele que junta três músicos numa arcada multijogador que, em âmbitos diferentes, muito têm dado à música portuguesa contemporânea. Afonso Serro é ex-membro fundador de Mazarin; Alexandre Moniz é guitarrista e cantor dos Galgo; e André Santos é a figura por trás do nome AFTA 3000, no qual funde eximiamente o jazz à electrónica. A sua frescura pode ou não estar intrinsecamente ligada a este background dos membros de YAKUZA, já que o jazz londrino, a fusão japonesa, a pista de dança e a electrónica se aglutinam de tal forma, que soam inadvertidamente incategorizáveis e inconfundíveis em simultâneo.

Luis Vicente Trio

28 AGO

22h00

Alameda
Concerto

A descobrir e unir os pontos entre várias facetas desta grande linguagem que é o jazz - e o que será, afinal o jazz? -, o trio comandado por Luís Vicente no trompete conta com Gonçalo Almeida no contrabaixo (ele que também alinha nos The Selva ou Ikizukiri, para mencionar apenas dois dos muitos grupos aquém e além fronteiras em que tem deixado a sua marca) e Pedro Melo Alves na bateria (é provável que se tenham deparado com este nome várias vezes nos últimos cinco anos - e ainda bem! -, e os mais atentos talvez se lembrem dele quando cá passou com os The Rite Of Trio). Chegam com “Chanting In The Name Of…”, selo Clean Feed, bem fresco na bagagem. Música altamente espiritual e aguerridda, que Hamid Drake descreve como uma lição sobre «continuar a procurar, em busca de novas possibilidades, alargando perspectivas individuais» e parte do «código subjacente de todo o universo». Com alegria e sentido de liberdade.

Serpente

28 AGO

23h00

Concerto — Alameda

Com uma cartografia em constante mutação, Bruno Silva tem-se tornado um nome incontornável na música de carácter mais exploratório. Serpente (que se apresenta em Lamego com Pedro Sousa no saxofone) é a sua mais recente identidade, em que se destaca antes de mais uma forte presença rítmica, adornada por ecos, delays e samples - uma maravilhosa manta de retalhos capaz de enfeitiçar com a mesma facilidade que nos deixa atarantados. Para consumir com urgência.

ZONA

21 JUL

4 AGO

Open Call
Performance a solo

Open call aberta a todos os artistas que tenham uma performance a solo já criada e possível de apresentar em Agosto no espaço da Casa do Artista, Lamego, dentro do programa ZigurFest 2021.


A apresentação é renumerada até 250€ + despesas de viagem, estadia e alimentação.
   - o tema é livre;
   - a performance é exclusiva a solos, não pode exceder mais de um elemento.


Formulário de inscrição
Qualquer dúvida: zonalamego@gmail.com

Janela

21 JUL

4 AGO

Open Call
Video arte

A ZONA, residências artísticas de Lamego, tem o objectivo de integrar no município lamecense uma porta ao desenvolvimento artístico contemporâneo e à promoção de linguagens interdisciplinares, onde todas as áreas de expressão artística são consideradas.


Está aberta a plataforma JANELA, uma mostra de videoarte dedicada exclusivamente a conteúdo nacional. Vão ser selecionadas 10 peças de videoarte sem qualquer tema obrigatório. A curadoria será feita pelo artista convidado Nuno Veiga.


As obras vão ser apresentadas em Lamego durante o período do festival 25 - 28 no Museu de Lamego.

   - só podem concorrer artistas nacionais;
   - o artista pode submeter o número de obras que pretender, só sendo selecionada uma;
   - divulgação dos selecionados: 9 de Agosto;


Formulário de inscrição

Mariana Simão

25 AGO

28 AGO

Residência artística

Mariana Simão (1989) é uma artista visual autodidata apaixonada pelo impacto emocional da experimentação. O seu trabalho artístico incide sobre a forma e a cor de maneira a criar composições ritmadas. Predominantemente focada no trabalho de estúdio e na pintura mural, a sua produção artística abrange ilustrações de pequeno formato, telas e murais de grande dimensão. Sempre curiosa por contrastes, a simplicidade e a leveza das suas obras captam o paradoxo do que é delicado mas também forte.

Luís Plácido Costa

25 AGO

28 AGO

Residência artística

Mais informações brevemente

Som e Espaço

25 AGO

28 AGO

Instalações coletivas

Qualquer espaço é um potencial instrumento; o seu formato, os materiais da sua composição ou a sua localização modelam, de uma forma única, qualquer som que nele soe. Por outro lado, existem lugares que “conversam” com o observador, sendo elementos de inspiração reflexa para criação de outras artes.


Partindo destes pressupostos, o projecto Som e Espaço é, desta forma, um desafio criado com diferentes espaços, quer seja pela sua utilização como fonte de inspiração ou como instrumento.


O início deste projecto data de 2017, coincidiu com o com a 7ª edição do festival Zigurfest.


A sua apresentação prévia teve lugar durante os dias do festival. As peças foram apresentadas com recurso a material áudio directamente no espaço. Dada o impacto positivo na comunidade, decidimos alargar / repensar o conceito deste projecto de forma a que possa envolver um número crescente de pessoas, assim como alargar o acesso a esta experiência.


Esta rúbrica do Festival ZigurFest visa a reinterpretação musical de espaços físicos característicos da cidade de lamego, aproximação de diferentes formas de arte, consciencialização do património local e atrair visitantes a diferentes pontos da cidade.


O presente elemento deste projecto, esta webapp, é um mapa sonoro da cidade. Através dela, o utilizador pode ter acesso às difentes composições criadas dentro do projecto. É feito convite à escuta das peças áudio no seu local referente, idealmente com recurso a fones de ouvido. São indicadas as coordenadas dos locais onde se situam as composições do projecto e estas serão desbloqueadas aquando visita do espaço.

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